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 Nolan

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AutorMensagem
Nolan



Mensagens : 1
Data de inscrição : 24/01/2010

MensagemAssunto: Nolan   Dom Jan 24, 2010 11:33 am

Informações Pessoais
Nome(Real): José Maria
Idade(Real): 13
MSN(Real): Tomateazul2@hotmail.com

Informações do Personagem
Nome: Nolan

Idade: 22

Caracteristicas Fisicas: Altura: 3 metros e 14 centímetros. Massa: 208 kg. IMC: 21.09. Telefone: 3232-3232 ou Tele-entrega: 2323-2323. Não tem nenhuma tatuagem nem algo do tipo.


Caracteristicas Mentais: É uma pessoa calma, nunca fica irritado. Suas ideias não são muito boas, mas ele se esforça para que dêem certo. Prefere não lutar e resolver as coisas com artimanhas, armadilhas e salgadinhos. Nolan é muito fiel aos seus companheiros e seus Pássaros Gordos.

Classe: Pirata, Marinheiro

Golpes:

História

Era mais um dia quente, não que eu sentisse o calor, afinal, sou apenas um narrador. O ano em que isto acontece não é importante, já que o ano que me refiro é este em que “vivemos”, mais especificamente ontem.

Nolan voltava de mais uma caçada por trabalho. Ele não era muito bom em trabalhos. Atualmente tinha sido demitido da Loja de Instrumentos, da Oficina de Barcos, do Bar, e do Porto (Afundou dois barcos com uma caixa). Um desastre ambulante de empregos. Mas voltemos ao que interessa (Podemos fingir que esta história interessa, não?).

Ele estava tentando dormir em uma das sombras do centro da cidade, quando um homem, o chamaremos de Peludinho por questões óbvias, se aproxima e senta ao seu lado, com cara de quem não quer incomodar a tentativa de dormir de outras pessoas. Mas, de repente, começa a cutucar o astro da história, meio discretamente. Malditas expressões faciais! Nunca acerto! Mas o homem acertou. Não a descrição de expressões faciais, mas um dos cutucões que atingiu bem entre uma costela e outra, quase acertando o pulmão. Mentira, só para dar drama na história. E o Gigante acorda. Na verdade, Falso-Gigante, não existem gigantes. Nem anões. Talvez anões existam, mas não vem ao caso. O caso é que esta história está sendo muito enrolada. Faz tempo que eu não escrevo uma história, me desculpem.

Ele deveria ter acordado, e, para quem olhava se concluía isto, mas não tinha. Ele estava semi-acordado. Ou, para combinar, Falso-Acordado. E Peludinho começou a falar. Falava algo entre mulheres, cenouras, lama e dinheiro. Talvez falasse sobre comprar coelhos fêmeas, nada importante para enrolar mais ainda. Pôs a mão no bolso, retirou uma folha e começou a ler. Pela entonação era um poema. Pelas vaias era um bem ruim, não que alguém vaiasse. Ele estava lendo um poema para um Falso-Gigante, não sei se alguém iria se meter.

Lia entusiasmado, porém, nosso protagonista estava cansado de ter trabalhado uma hora e meia e depois ter sido demitido, então fechou os olhos algumas vezes durante a leitura. O poema falava sobre vendas, dentes incisivos, grama e tocas. Bastaram cinco fechadas de olhos para que Peludinho parasse e voltasse o poema aos bolsos.

- Acabou? – Disse Nolan, fingindo estar interessado, mas realmente querendo saber a resposta para poder dormir.

- Não. – Parecia irritado, mas não sou bom em expressões faciais.

Nolan pediu para que continuasse mesmo não querendo isso. Queria causar uma boa impressão, embora não causasse. A mãe do nosso protagonista, embora não tenha sido uma boa mãe nos 17 anos que ele conviveu com ela antes de ele fugir e se esconder na floresta tentando viver sozinho criando pássaros e vendendo casas, nem ter lhe ensinado nada sobre maneiras, o ensinou a... a... nada. Esqueçam.

Agora Peludinho estava definitivamente irritado. Não digo isto por sua expressão facial, mas pelo soco aéreo que ele desferiu no oxigênio perto deles. O poema falava sobre Lebres fêmeas (Quase acertei). Isto ele deixava claro quando gritava pelas ruas, furioso. Isso e que Nolan deveria ir para a loja de armas dele no outro dia para ser ensinado, na porrada, boas maneiras. Porque na porrada não há limites. E agora, o Falso-Gigante poderia dormir.

“Não pode cair para mim o dever de consolar homens peludos que gostam de lebres.”
Sim, ele dormiu 24 horas até a mesma hora do outro dia. A história é minha, eu faço como quero. Nolan acordava. Talvez esquecesse que teria que ir para a loja de armas. Provavelmente nem sabia que teria que ir. Realmente não sabia. Porém, ele sabia de uma coisa: Precisava de outro emprego. O emprego que o sustentou por tanto tempo, agora não existia mais.

Nolan foi um criador de pássaros. Pode-se dizer que o primeiro da cidade. Mas, como não tinha muito conhecimento, alimentava seu casal de pássaros em excesso. Eles ficaram gordos. Bem gordos. Pensem em alguém gordo, eles eram, tipo, muito mais. Mesmo assim ainda voavam. Tinham asas fortes e ossos ocos.

Ele usava seu machado para derrubar árvores e fazer casas para pássaros gordos. Mas só existiam dois em toda a ilha, e pertenciam a ele. Portanto passou a fazer casas para pássaros não-gordos. Chamou o negócio de “Loja do Pássaro Gordo”.

O negócio ia bem. Isto chama atenção; Atenção chama clientes; Clientes chamam concorrência. E logo apareceu uma. A “Loja do Corvo Albino”. As casas deles não eram feitas de madeira, mas de seda! Quem iria querer uma casa de madeira se poderia ter uma de seda? Todos. Por isto a “Loja do Corvo Albino” faliu. Por isso e porque Corvo Albino não é um nome supimpa e de impacto. Pássaro Gordo é. Mas eles não deixaram assim. Logo bolaram um plano e o botaram em ação: Roubaram a fêmea do casal de Pássaros Gordos, quebraram o cabo de seu machado e deixaram o seguinte bilhete:

”Robamo a femia. para de trabaia ai mano que a jente quer ser os unico a vende kasa de pasaro OBS: a jente escrevi erado purque num istudo num cupê o ezcritor”

A única saída da entrada por trás dos concorrentes era aceitar, talvez receberia a fêmea de volta. Passaram-se alguns meses, Nolan trabalhava nos empregos da lista que está no começo da história. Fique a vontade para ir ler, eu espero. Leu? Então prossigamos. A Loja do Corvo Albino cresceu e, por serem meliantes e não saberem escrever, se transformou no Bando do Corvo Albino. Você deve estar se perguntando: O que aconteceu com a fêmea? Boa pergunta. Eu, de tão boa que achei essa pergunta, até botei na minha história. Obrigado pela contribuição. A fêmea não foi devolvida. O macho, depois desses meses, fugiu para procurar sua parceira. Os dois pássaros sumiram: A fêmea, provavelmente está com o Bando do Corvo Albino; O macho deve estar em algum lugar, procurando-a. Resgatar a fêmea e reformar o casal é o objetivo de Nolan desde o dia que os perdeu.

Mas voltaremos ao Peludinho. O dia era igual ao anterior, e Nolan caminhava sem rumo. Seguiu por ruas até se cansar e sentar em uma sombra, não a mesma sombra de antes, ele não é idiota. Logo ouve uma confusão. A loja de armas estava sendo assaltada. É a mesma coisa que assaltar uma loja de equipamentos de segurança: Irônico. Dois dos assaltantes saíam correndo da loja e Peludinho saiu na porta para gritar algo entre ladrão e filho da chuta, ou algo assim. Peludinho era Gordinho também, não poderia correr, coitado. Mas, então, algo acontece: O ladrão que corria na frente tropeça no pé de Nolan e atinge o chão com o nariz. Isto faz com que o Falso-Gigante acorde, meio sonolento, e olhe para a direção que ele veio, para ver o que acontecia no local, exatamente quando o outro ladrão esbarra nele e cai no chão em sua diagonal atrás de Nolan. Como estava sonolento, perdeu o equilíbrio e caiu no chão também, atingindo, com as costas o primeiro e com o braço esquerdo o segundo. Havia parado um crime! Mesmo sem saber!

Nolan, agora, estava totalmente acordado, e se levantou. Os criminosos, devidamente esmagados, deixaram os itens que roubaram no chão, levantaram meio quebrados, e partiram para a ameaça, já que na violência física eles não conseguiriam nada.

- A gente é do Bando do Corvo Albino, tá certo? A gente já sabe que tu tá se vingano ai do pássaro mulézinha. Tu tá marcado, parcero. A gente vai te pegá! – Falou um dos sanduíches.

- Ah é? Então eu vou criar um bando também, e vai se chamar Bando do Pássaro Gordo. E vamos ter um barco de madeira bem melhor que o barco de vocês, que deve ser de seda.

- Enton a gente vai ser inimigo mermão! – E fugiram.

Peludinho, como um bom Gordinho cagão, só apareceu depois de o problema estar solucionado para agradecer e pegar seus pertences.

- Olha, você está ferrado agora.

- Já entendi.

E eles viveram felizes para sempre... Até o outro dia, porque a aventura irá começar AGORA! Quer dizer, não agora agora, mas um agora no primeiro post.



Pontos
Força: 2
Habilidade: 2
Resistência: 1
Energia: 0
HP: 20

Evolução
Experência: 0
Nível: 1
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Nolan
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